NOVOS DESAFIOS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE

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A ORIGEM E OS NOVOS DESAFIOS PARA O ENSINO PROFISSIONALIZANTE DE QUALIDADE.

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Em 1937 a Constituição Brasileira apresentou pela primeira vez algo sobre o ensino técnico, através de seu Artigo 129: “O ensino pré-vocacional e profissional destinado às classes menos favorecidas é, em matéria de educação, o primeiro dever do Estado. Cumpre-lhe dar execução a esse dever, fundando institutos de ensino profissional e subsidiando os de iniciativa dos Estados, dos municípios e dos indivíduos ou associações particulares e profissionais. É dever das indústrias e dos sindicatos econômicos criar, na esfera de sua especialidade, escolas de aprendizes, destinadas aos filhos de seus operários ou de seus associados. A Lei regulará o cumprimento desse dever e os poderes que caberão ao Estado sobre essas escolas, bem como os auxílios, facilidades e subsídios a lhes serem concedidos pelo poder público.”

O próprio texto constitucional deixa claro que o ensino profissional era destinado aos desvalidos, algo que representava uma política governamental na época. Representava uma alternativa para que o cidadão conseguisse escapar de uma vida extremamente difícil.

Com o passar do tempo o ensino profissionalizante foi ganhando espaço, reconhecimento pela sua importância social e passou a ser visto como uma mola mestra para o desenvolvimento dos mais diversos tipos de atividades empreendedoras. E numa história mais recente o ensino profissionalizante tornou-se a mola mestra da sociedade pela transformação que proporciona num volume muito significativo de vidas. Os egressos vivenciam e comemoram índices de empregabilidade excelentes que fazem com que o Governo e a própria sociedade mudem a visão inicial e o interesse pelos cursos profissionalizantes. Tanto que bacharéis passam a optar pelo ensino profissionalizante como opção rápida e de resultados interessantes para o mercado de trabalho e o empreendedorismo.

Apesar da nova percepção é perceptível de que um país de dimensões continentais como o Brasil continuam existindo gargalos na quantidade de cursos a ofertar, o que é lastimável. Existe muito a ser potencializado no ensino profissionalizante. E, nós, do Filadélfia temos esta consciência e a proposta de levar, através do ensino à distância, conhecimento transformador para núcleos habitacionais desassistidos. Tudo com o apoio de profissionais comprometidos e preparados para servir bem.

Ao longo da história do Filadélfia trabalhamos muito, contamos com pessoas diferenciadas e nunca nos faltou a fé em Deus que sempre foi priorizada. Começando pelo nome da Instituição que tem relação com a igreja em Filadélfia, citada positivamente na Bíblia, em Apocalipse, entre as sete igrejas: “Entretanto, guardaste a minha palavra e não negaste o meu nome: Apesar de suas limitações, a igreja em Filadélfia se mantinha fiel. Guardava a palavra de Jesus”, Deus oferece aos seus filhos ferramentas. Distribui talentos. Alguns os enterram, outros trabalham e alguns conseguem utilizá-los e colher outros frutos. Acredito que, nós, do Instituto Filadélfia nos encontramos na última alternativa e agradecemos a Deus e a quem acredita em nossa proposta empreendedora, com o apoio de uma equipe, como já evidenciamos, maravilhosa.

O Filadélfia surgiu a partir de passos iniciais com pouca probabilidade de sucesso e hoje está consolidado. Por trás de tal conquista está a conduta em não só oferecer um diploma, mas soluções para a vida profissional que auxiliarão no âmbito pessoal. Uma postura que gera credibilidade e fortalece os pilares que sustentam a construção de novas edificações desafiadoras. Somos referência nacional em Podologia, Óptica e Radiologia. Estamos em SC, em São Paulo e MG formando anualmente em torno de 1500 alunos com a participação de aproximadamente 300 colaboradores internos e parceiros.

Acreditamos que a família é a base da sociedade. E o Filadélfia não deixa de ser uma família que transforma vidas e cria laços de prolongados relacionamentos que asseguram uma conexão entre o conhecimento e prática profissional como agentes de transformação pessoal e social.